o Porto em 7 percursos: a parte 5 do 1º ==> As Taipas

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Para continuar o percurso 1 sob a sugestão de Germano Silva em seu livro Caminhar pelo Porto - 7 percursos pelas histórias e segredos da cidade, após o Centro Português de Fotografia, segue caminho à direita pela Rua das Taipas.

O mapa com todos os percursos estão neste link. As 4 partes anteriores estão nos links:

parte 1 com a Praça da Liberdade,
parte 2 que foi sobre os Clérigos
parte 3 com a conhecida praça dos Leões.
parte 4 com a Cordoaria e o Centro de Português de Fotografia
A Rua das Taipas fica mesmo ali à direita do Centro Português de Fotografia.
Tem este nome devido ao surto de peste, e para tentar evitar que esta se alastrasse para a parte baixa da cidade, em 1486 a Câmara mandou entaipar este espaço. Logo no início da rua, à esquerda está parte do antigo Mosteiro dos Beneditinos e que hoje é o arquivo distrital.
Os edifícios neste rua são típicos da burguesia portuense, conforme descreve Germano em seu livro.
Exemplos são O Solar dos Vilar de Perdizes E Palacete dos Leite Pereiras. Estão mesmo um em cada esquina da Rua de São Miguel. 
Neste espaço tem-se um largo, onde ao fim da rua, na esquina da Rua dos Virtudes, está a Fonte das Taipas (foto a seguir), que apesar de ser um pedido dos moradores à Câmara e esta ter autorizado, foram os moradores que a construiu.

 

O caminho segue pela parte íngreme em descida (ainda bem!) da Rua das Taipas até a Rua do Belomonte.
Na esquina, a sugestão do autor é seguir primeiro para a direita, até Largo São João Novo. A foto a seguir mostra a rua de Belomente para o lado direito até o Largo
Nele está o Palácio dos Leites Pereiras de Melo, um lindo exemplar em arquitetura. Quando fiz as fotos, estava com algumas obras em sua fachada.
As casas que são da época dos séculos XVII e XVIII, como mostra esta foto panorâmica a seguir, do espaço do Largo.
Outro edifício de destaque neste Largo é a Igreja do antigo Convento dos Agostinhos Calçados

 

O autor destaca a imagem de uma águia na fachada da igreja, como mostra no destaque que fiz na imagem abaixo. Confesso que se o autor não tivesse comentado sobre estes detalhes, nunca teria percebido.

 

E na volta para a esquina da rua do Belomonte com a Rua das Taipas, ao seguir, no número 90 com a inscrição F. Câmara (foro à Câmara), que o morador antigo passou para a Câmara. Mais um detalhe que o autor cita em seu livro. A seguir está a foto da casa de número 90.
Mais à frente, no número 45 a 51 é o Palacete de Belomonte. Tem este destaque por ter sido a residência da família Pacheco Pereira (na época, família influente). O brasão da família foi alterado para uma máquina de trem (comboio por aqui) quando este em funcionamento a Companhia de Caminhos de Ferro Através da África.
Confesso que não consegui descobrir nas fotos o tal brasão na forma de trem 😅. Quem sabe eu descubro outro dia e faço outra postagem 😉.
E aqui terminamos a parte 5, a penúltima do percurso 1, que fiz em julho de 2020.
No próximo post da série, temos a última parte sugerida para o 1º percurso pelo autor Germano Silva.
Pode seguir até o fim da rua do Belomonte, onde encontras vários cafés para ter energia suficiente para a próxima! ☕
admin

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