o Porto em 7 percursos: a parte 4 do 1º ==> Cordoaria e Fotografia

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O percurso 1 continua com este post sobre a área da Cordoaria e Centro Português de Fotografia, ainda seguindo a sugestão de Germano Silva em seu livro Caminhar pelo Porto - 7 percursos pelas histórias e segredos da cidade.
Para lembrar, já tem a parte 1 do percurso 1 com a Praça da Liberdade, a parte 2 que foi sobre a área onde está os Clérigos e ainda a parte 3 com a conhecida praça dos Leões. Se ainda não leu, acessa os links em destaque. Os mapas com os percursos que fiz estão aqui
Então, começo a parte 4 pela Cordoaria. Veja na imagem a seguir.

O nome é em homenagem aos cordoeiros que aqui trabalhavam  entre os séculos XV e XVIII. O espaço é lindo para as crianças estarem livres, os adultos para “conversar” 💕 😉 e TODOS para simplesmente contemplar.

Este da figura acima é próximo da entrada da Reitoria, uma outra entrada do prédio. Tem vários bancos e um grande espaço verde.
Na figura acima  é o mesmo espaço por outro ângulo.
Na figura acima o lago é um espaço que permite sentar próximo e contemplar a beleza do local.
A este espaço, além da área destinada ao jardim em si, tem algumas esculturas e como cita o autor Germano Silva “Dignas de serem vistas”. A primeira, logo ao iniciar o jardim, após a Praça Parada Leitão, é a de Ramalho Ortigão, escritor portugues, nascido no Porto, que está na figura abaixo.
Mais à esquerda, a partir da escultura de Ramalho Nobre, tem-se o busto de Antonio Nobre, também escritor e nascido no Porto. Para completar, o lago está bem próximo deste busto, como mostra a figura a seguir.
Já no meio do espaço do jardim a “Flora”, em homenagem ao horticultor Marques Loureiro (está apresentada na figura abaixo).
E por fim “O Rapto de Ganímedes”, bem próximo de uma parquinho infantil. A figura abaixo mostra que a imagem está um pouco esquecida em termos de cuidados.
O passeio por este jardim, continua pela ala lateral leste, no Campo dos Mártires da Pátria. O nome é em homenagem aos liberais enforcados, durante o regime de D. Miguel
Aqui tem um espaço encantador em várias estações do ano, a conhecida Alameda dos Plátanos.
Como fiz estas fotografias em junho de 2020, a copa das árvores estão bem verdes. As árvores são 38 plátanos quando na criação do jardim em 1860, com troncos grossos e que conforme cita o autor do livro “deformação deve-se a uma doença que os deve ter atingido logo nos primeiros anos de sus existência”.
O mais curioso é que estão ai até hoje. No verão que estas fotos foram feitas, o verde da copa é lindo e permite uma agradável diminuição da temperatura.
Ao percorrer os o túnel formado, é possível descobrir o trabalho de Juan Muñoz, com os “Treze a rir uns dos outros”, quando o Porto foi capital Europeia da Cultura, em 2001.

Do outro lado da rua, tem-se um lindo edifício do que hoje é o Centro Português de Fotografia, que está na figura a seguir.

Em anos passados foi a Cadeia da Relação, local marcado por deixar preso Camilo e Ana Plácido, no aguardo do julgamento pelo crime de adultério (eles foram absolvidos). Camilo enquanto na espera em sua cela, escreve o romance “Amor de Perdição”. Tem até uma escultura com referência, que inseri nesta postagem logo a seguir.
Ali mesmo, na parte frontal do Centro, tem um grande espaço, que em tempos anteriores era a área destinada ao passeio dos magistrados, para evitar que os mesmos estivessem misturados com o povo 👀.
Hoje este espaço é utilizado por todos, seja em eventos da cidade (na época da última copa do mundo antes deste posts em 2018, foram colocados telões para que fosse possível acompanhar as partidas de futebol) seja pela comunidade próxima (em dias de sol as crianças brincam neste grande espaço).
E aqui termino esta parte 4 do percurso 1. No próximo post da série, continuo o passeio pela rua lateral à direita do Centro, a Rua das Taipas. Até lá.
admin

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